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Como ir para a Cachoeira Santa Bárbara – Chapada dos Veadeiros

Comecei a escrever um post com o nosso roteiro na Chapada dos Veadeiros, mas como ele estava ficando muito extenso, decidi dividir, afinal, a Cachoeira Santa Bárbara não merece que eu poupe as palavras, haha. (Já me defendo que as fotos ficaram meio embaçadas porque foram tiradas com uma gopro molhada 🙁

Nesse post vou falar como foi nosso dia na Cachoeira Santa Barbara, que fica em Cavalcante e como chegar lá, saindo de Alto Paraíso de Goiás.

[Confira o primeiro post sobre a Chapada dos Veadeiros aqui]

Nós fomos para a Cachoeira já no nosso primeiro dia de Chapada, pois era quando o guia que a pousada nos indicou tinha um grupo pra lá. Eu tinha ficado com um pouco de dúvida também, pois em alguns lugares li que para quem tinha pouco tempo por lá não valia tanto a pena. Mas eu era fascinada pelas fotos que eu via e digo que pra nós, valeu muito a pena sim!

Nesse dia acordamos bem cedo. Fomos com grupo do Luan, guia indicado pela nossa Pousada. Pra esse passeio é obrigatória a presença de um guia. Nós estávamos em 3 carros e saímos às 7h30 da manhã em direção a Cavalcante, que fica a cerca de 1h de asfalto de Alto Paraíso. Depois, pegamos mais cerca de 40 minutos de estrada de chão, até a Quilombola Kalunga. Lá tem uma pequena estrutura, com banheiros e foi onde pagamos os R$ 20 que é a taxa pra entrar nessa Cachoeira. Ao lado da Quilombola, pegamos um pau de arara que custa R$5 o trecho (leve dinheiro trocado). Esse pau de arara vai te levar mais perto da entrada da trilha, cerca de 10 minutos pra frente. A trilha é de dificuldade fácil, tem cerca de 1,5km e é plana (a mais fácil de todas que fizemos, haha).

A primeira parada é na Cachoeira Barbarinha, que é uma amostra do que está por vir, mas com a água super cristalina. Nunca vi coisa igual na minha vida! Nós tiramos algumas fotos ali e quem quisesse podia já tomar banho.

Nós seguimos alguns poucos metros pra frente e chegamos na Santa Bárbara. Mesmo com o tempo nublado a água é de um azul maravilhoso!

Tem um limite de 300 pessoas por dia nessa Cachoeira, por causa da preservação ambiental. Por isso, cada grupo pode ficar somente uma hora.

Nós fomos em um dia bom, nosso guia nos contou que em alta temporada é preciso madrugar pra conseguir entrar e como fica muita gente, acaba atrapalhando a experiência também. Aí eu entendo a indicação do início do post, de quem tem poucos dias em alta temporada, abrir mão da Santa Bárbara, já que tem lugares tão bonitos quanto, mas mais perto e menos disputados.

A água é SUPER gelada e também fora das pedras da beirada não dá pé. Eu sou medrosa e não saí muito do tronco que tem lá, haha, mas quem sabe nadar pode chegar até a cachoeira.

Saindo de lá, fomos almoçar, o guia nos levou em um local quase ao lado da Quilombola. É um lugar simples, de chão batido, com redes e uma comida maravilhosa, caseira e feita em fogão a lenha. Pagamos R$ 30 por pessoa livre e indico demais. Só não sei o nome, haha. Não tinha placa, mas como o passeio lá é obrigatório estar com o guia, o seu vai saber chegar.

A intenção era sair de lá e ir para a Cachoeira Capivara (olha no Google, é linda também!) Mas começou a chover muito e acabamos ficando no restaurante até a chuva passar, o que demorou muito.

Essa chuvinha acabou atrapalhando todos os outros planos:

Outra ideia era ir no Poço Encantado, que fica no caminho de volta pra Alto Paraíso, mas como demoramos, já estava noite quando chegamos na estrada.

Uma outra ideia ainda, era irmos no Paralelo 14, que é onde marca o paralelo que é o mesmo que passa pela Chapada dos Veadeiros e por Machu Picchu e todo o misticismo dos dois lugares.

Mas no fim das contas, chegamos bem a noite na pousada, tomamos um banho na piscina (que é aquecida, pensa que alegria), pedimos pizza no quarto e descansamos pra trilha do dia seguinte, que conto no próximo post. 😉

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Nessa viagem tentei (de novo), fazer vídeos, olha o desse primeiro dia:

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